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PayPal abraça a tirania homossexual nos banheiros e os comunistas cubanos

Comentário de Julio Severo:   Em 2011, o PayPal virou manchete na grande mídia conservadora dos EUA por ter cedido a uma campanha internac...

Comentário de Julio Severo: Em 2011, o PayPal virou manchete na grande mídia conservadora dos EUA por ter cedido a uma campanha internacional, iniciada por uma organização homossexual nos EUA, para fechar as contas de uma lista de uns dez usuários, que eram proeminentes líderes pró-família. Infelizmente, fui uma das vítimas atingidas. Na época, o WND publicou a manchete “PayPal coloca escritor cristão na lista negra” em defesa de mim. Mas, ao que tudo indica, muito mais do que cedendo, o PayPal está realmente seguindo os mandos e desmandos do movimento gay. Leia agora a matéria do WND:


Num ato de hipocrisia extrema, o PayPal, que no mês passado anunciou seus planos de abrir escritórios em Cuba, decidiu não abrir escritórios na Carolina do Norte, EUA, porque esse estado está determinado a manter seus banheiros e vestiários públicos a salvo [de intrusões homossexuais].
O PayPal agora enviou uma mensagem alta e clara para os EUA: os valores de bom senso dos americanos conservadores precisam ser zombados; os valores destrutivos dos comunistas cubanos, inclusive décadas de abusos de direitos humanos que continuam até agora, precisam ser abraçados.
Digo: É hora de enviar uma mensagem ao PayPal. Talvez possamos nos comunicar com máxima clareza com eles por meio de nosso dinheiro.
De acordo com Dan Schulman, presidente do PayPal, o projeto de lei HB2 da Carolina do Norte viola os “valores mais profundos” de sua empresa.
Conforme ele explicou numa declaração escrita: “Essa decisão [de não abrir novos escritórios na Carolina do Norte] reflete os valores mais profundos e nossa convicção forte de que todas as pessoas têm o direito de ser tratadas de modo igual, e com dignidade e respeito. Esses princípios de justiça, inclusão e igualdade estão no coração de tudo o que buscamos realizar e defender como empresa. E eles nos compelem a agir para fazer frente à discriminação.”
A declaração de Schulman está não só mostrando hipocrisia. Está totalmente repleta disso.
Em resumo, por causa do projeto de lei HB2, um homem que afirma ser mulher não pode entrar no vestiário feminino numa organização cristã onde mulheres e meninas estão tomando banho de chuveiro e trocando de roupa. Contudo, o PayPal quer defender os “direitos” do homem que sofre de confusão sexual em vez de proteger 99 por cento da população que não se identificam como transgênero.
Que tipo de loucura é essa?
E quanto aos direitos das muitas mulheres e meninas vítimas de estupro, algumas das quais expressaram horror com a ideia de que homens biológicos que se identificam como mulheres poderão usar o banheiro feminino com elas ou, ainda pior, poderão usar os vestiários e duchas com elas? (Pare para pensar na insanidade disso tudo. Como é que isso pode ser tão difícil de ver?)
Isso frisa ainda mais a hipocrisia extrema do PayPal, junto com algumas outras grandes empresas americanas, pois elas expressam sua indignação contra o projeto de lei HB2 e ao mesmo tempo anunciam parcerias com países como Cuba.
Como, por favor explique, Cuba trata sua população LGBT?
E quanto ao relacionamento empresarial do PayPal com muitos países africanos e asiáticos que proíbem a prática homossexual e prendem ou até executam homossexuais praticantes?
Parece que o que realmente importa para o PayPal é dinheiro e posturas politicamente corretas, e embora não possamos impedi-los de agir de modo hipócrita, podemos enviar uma mensagem direcionando nosso negócio para outros serviços de transferência de dinheiro.
Por que não enviar ao PayPal uma mensagem alta e clara adotando ação com seu dinheiro hoje?
A segurança de nossas mulheres e crianças e a proteção de nossas liberdades fundamentais não serão zombadas sem consequência.
Traduzido e resumido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): PayPal embraces bathroom tyranny, Cuban commies

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