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Evangélico, procurador da Lava-Jato pede assinaturas para projeto de lei contra corrupção

O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Operação Lava-Jato, publicou um vídeo pedindo assinaturas para uma proposta criada pelo Min...

Evangélico, procurador da Lava-Jato pede assinaturas para projeto de lei contra corrupção
O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Operação Lava-Jato, publicou um vídeo pedindo assinaturas para uma proposta criada pelo Ministério Público Federal (MPF) que, entre outras medidas, transforma a corrupção em crime hediondo.
Dallagnol, que é membro da Igreja Batista do Bacacheri, em Curitiba (PR), esteve no Rio de Janeiro para o lançamento da campanha, que visa coletar 1,5 milhão de assinaturas para que a proposta possa ser apresentada como projeto de lei no Congresso, semelhantemente à iniciativa que gerou a lei da Ficha Limpa.
No auditório do Seminário Batista do Sul do Brasil, na Tijuca, Dallagnol afirmou que acredita que o sucesso alcançado até agora pela Operação Lava-Jato é uma resposta divina ao clamor dos cristãos por um país mais honesto e justo.
“Dentro da minha cosmovisão cristã, eu acredito que existe uma janela de oportunidade que Deus está dando para mudanças […] É isso aí. Deus está respondendo”, disse Dallagnol, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.
Ao longo de seu discurso, o procurador comparou sua tarefa, ao lado dos investigadores, à incumbência de Neemias, que no Antigo Testamento comandou a reconstrução dos muros da cidade: “Neemias agiu. Se nós queremos mudar o sistema, precisamos orar, agir e apoiar medidas contra a corrupção. O cristão é aquele que acredita em mudanças quando ninguém mais acredita. Nós acreditamos porque vivemos na expectativa do poder de Deus”, prosseguiu.

10 medidas

No vídeo que promove a proposta do MPF contra os crimes na esfera pública, o procurador Dallagnol pede ajuda para “construir um país mais justo”, pois “a corrupção sangra” o Brasil.
“Escândalos de corrupção envolvendo diferentes governos e partidos nos enchem de indignação”, diz, acrescentando que é “muito difícil” lutar contra esse tipo de crime por causa da legislação vigente.
Dallagnol diz que a mudança na legislação pode fazer com que corruptos “permaneçam por mais tempo na cadeia e devolvam o dinheiro desviado da saúde, segurança e educação”.
Assista ao vídeo:

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