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Cristão finge ser muçulmano para não ser morto pelo Estado Islâmico

Um grupo que fugia da Líbia foi parado pelos terroristas, quem não negou a fé foi morto Cristão finge ser muçulmano para não ser morto ...

Um grupo que fugia da Líbia foi parado pelos terroristas, quem não negou a fé foi morto

Cristão finge ser muçulmano para não ser morto pelo Estado IslâmicoCristão finge ser muçulmano para não ser morto





Fugindo da Líbia para a Europa, centenas de cristãos ainda são rodeados e ameaçados por soldados do Estado Islâmico. Ao assumirem que são cristãos, essas pessoas são levadas para longe e mortos.
Os relatos foram dados por cristãos que conseguiram escapar com vida, mas para isso precisaram negar a fé em Cristo. “Nós somos cristãos, mas tivemos que negar a nossa fé ou então os pistoleiros iriam nos matar, cortar nossas gargantas e as nossas cabeças”, disse Haben, um dos refugiados.
O jornal britânico Daily Mail conversou com alguns dos migrantes que desembarcaram no porto siciliano de Augusta. Os depoimentos narram que a matança de cristãos é muito maior do que as mostradas nos vídeos divulgados pelos terroristas.
“Eu tenho amigos da Eritreia e do Egito que foram mortos porque eles são cristãos. Os homens o rodeiam segurando [um fuzil] Kalashnikov, pedindo a sua fé. Se você é cristão, o levam para longe e o matam. Eles cortaram sua cabeça ou atiram em você. Isto é o que eles têm feito com centenas de cristãos”, relata o sobrevivente de 19 anos.

Haben e seu irmão mais novo, Samuel, 14 anos, saíram da Líbia com destino à Mineo, Grécia. Eles compraram acentos em um barco que transporta migrantes que tentam escapar das atrocidades cometidas pelo EI na Líbia.
Cada passagem custa 2 mil dólares, mas não há nenhuma garantia de liberdade ou proteção. “O barco deixou a Líbia e nós ficamos no mar por dois dias antes de sermos resgatados”, disse Aman amigo de Haben que também escapou do EI.
“Fomos levados para o porto e, em seguida, para um acampamento com outros refugiados. Mas não vamos ficar aqui. Estamos indo para Roma e depois para outros países. Queremos trabalhar e construir uma boa vida.” Com informações The Christian Post

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