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EG White e a Masturbação

Deve ser penoso aos adventistas ter uma profetisa que é baluarte da igreja, mas ao mesmo tempo vergonha perene da mesma. Suas afirmações “...


Deve ser penoso aos adventistas ter uma profetisa que é baluarte da igreja, mas ao mesmo tempo vergonha perene da mesma. Suas afirmações “inerrantes” fazem seus teólogos tornarem-se verdadeiros malabaristas da exegese “whitiana” – é de dar comiseração!
Atualmente estou lendo o livro “Os 7 Mitos do Adventismo” do Pr. Paulo Sérgio Batista. A obra é uma das melhoras pesquisas em língua portuguesa sobre a temática. Na página 86 do livro encontramos uma pesquisa sobre EG White bastante risível, onde Paulo Sérgio explicita os comentários da “pena inspirada” (como EG White é chamada) sobre a masturbação. Sem querer entrar no mérito da questão da puberdade, pois sabemos que o ato em si pode realmente levar os jovens a pecar, veja o que ela defende como veracidade sobre o ato juvenil:
A condição do mundo é alarmante. Por toda parte que olhemos vemos imbecilidade, nanismo, membros aleijados, cabeças mal formadas e deformidade de toda descrição… Hábitos corrompidos estão dissipando sua energia, e trazendo-lhes enfermidades repugnantes e complicadas… As crianças que praticam a auto-indulgência [masturbação] . . . devem pagar a penalidade. Prosseguindo a prática desde os 15 anos ou mais, a natureza protestará… e fa-los-á pagar elevado preço. . . por numerosas dores no organismo, e várias doenças, tais como indisposição de fígado e pulmões, nevralgias, reumatismo, problemas da espinha, doenças renais e tumores cancerosos. . . “. (An Appeal to Mothers 1864)
O Pr. Paulo Sérgio Batista arremata a questão: “É tão absurdo o que Sra. White declarou sobre os males causados pela masturbação que a Revista adventista Spectrum trouxe um artigo tentando ‘explicar’ o motivo de seus disparates científicos – ‘… a maioria dos especialistas médicos de hoje não confirma (os efeitos da masturbação descrita por White)… Mas talvez o que ela escreveu é menos ofensivo quando comparamos com que outras pessoas estavam escrevendo em seu tempo…’. Portanto, segundo o periódico adventista, EGW ensinou coisas erradas sobre saúde, porém, outros de sua época também ensinaram coisas piores! É incrível como alguém pode defender os conceitos ‘inspirados’ de EG White com esse tipo de argumentação absurda. Se EGW foi realmente inspirada e conduzida por Deus na formulação de sua reforma pró-saúde, por que foram ensinados conceitos errados daquilo que ela própria veio reformar, supostamente por orientação divina?”
Corroboro com as argumentações do pesquisador Paulo Sérgio Batista. Não faz sentido algum os adventistas quererem defender a inerrância das obtusidades escritas pela sua profetisa. Seria mais simples, para os adventistas, admitirem os erros de EG White e se voltarem apenas para a Bíblia como regra de fé.

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